

As coisas são como são
Não vale a pena gemer
Este triste coração
Já nem sente o seu sofrer
Gaivota em seu pensamento
Causava amor e tromento
Gaivota casada com o vento
Gaivota que eu invento
Gaivota que leva longe
O meu rezar na capela
Já só sou um pobre monge
Que morre d´amor por ela
As coisas são como são
Pelo amor de uma gaivota
Perdi o meu coração
Sabendo que ela não volta.
Fotos:Louro
Poema;António Henrique